Vereadora comemora Dia Nacional das Apaes do Brasil

por Clarisse Oliveira — publicado 11/12/2019 14h42, última modificação 11/12/2019 14h42
Colaboradores: Fotos: Juliana Santos
Helena Holanda (Progressistas) ainda solicitou acessibilidade em instituições públicas da Capital

A vereadora Helena Holanda (Progressistas) comemorou o Dia Nacional das Associações de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) do Brasil, durante pronunciamento na sessão desta quarta-feira (11), da Câmara Municipal de João Pessoa (CMJP). A parlamentar explicou que a data da celebração é referente à fundação da primeira Apae no país, em 11 de dezembro de 1954.

A Apae é uma organização social cujo objetivo principal é promover a atenção integral à pessoa com deficiência, prioritariamente aquela com deficiência intelectual e múltipla. “Ela está presente em mais de 2.100 municípios, prestando serviços de qualidade a pessoas com deficiência intelectual e outras síndromes”, explicou Helena Holanda.

Para a vereadora, as pessoas com deficiência intelectual são excepcionais pelas superações que enfrentam, mas é preciso que haja investimentos em políticas públicas que garantam oportunidades para essas pessoas. “As pessoas com deficiência intelectual são excepcionais nas suas superações, quando têm oportunidade de despertar seu potencial através do ensino, arte e esporte adaptados. Mas, o Nordeste não se interessa por promover o desporto para essas pessoas, por isso não tem conhecimento da evolução. Se pesquisarmos, veremos o quanto essas pessoas têm evoluído e provado que não diferem tanto de nós”, ressaltou. 

Helena Holanda agradeceu ao prefeito Luciano Cartaxo (PV) pela construção da primeira praça adaptada da Capital, no bairro dos Bancários. Ela destacou que na próxima sexta-feira (13) é o Dia Nacional do Cego e solicitou piso tátil, tanto na CMJP, quanto nos demais estabelecimentos públicos. “As pessoas cegas têm dificuldades em achar nosso gabinete. Falta acessibilidade em vários estabelecimentos estaduais e municipais. Não posso dizer que não melhorou, mas não é o ideal para o século que estamos”, frisou.

“As pessoas com deficiência conseguem ter vez e voz na sua fala e no seu mandato”, aparteou Carlão (DC), destacando a sensibilidade da vereadora para o tema.